quinta-feira, 20 de maio de 2010

POEMA: EM LINHA TORTA.


ser um ser humano

nativo e ativo

sempre saindo do desconhecido

cruzando caminhos

juntando os cacos de vidro

conhecendo e tecendo

um longo percurso

gritar do púlpito meu discurso

fortalecer o desfalecido

concluir o que nunca foi concluído

terminar a poesia

respirar, viver e criar. Dia após dia

quarta-feira, 19 de maio de 2010

NANDO TE AMO!!!!




meu amor por você


se torna eterno a cada dia


meus sonhos e desejos


sobre tudo beijos da poesia


minhas mãos e as tuas entrelaçadas


noites quentes e abraçadas


palavras de afeto, que me afetam


me deixando viva a cada dia


nas tuas lembranças estou guardada


beijos ardentes


corpos que se correspondem


perguntas que não são respondidas


amor palavra que confundi, mas é uma delicia ser confundida.


me sinto ludibriada


apaixonada,te amo.


é a única coisa que você deve saber.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

sexta-feira, 14 de maio de 2010

nostalgia

Assaltei suas lembranças
Seus sentidos
Sua ignorância
Olhei no fundo dos teus olhos, pra ver se algo bom me parecia
Como se fosse um espelho
Vi minha alma na tua
Será?
Enxerguei-me, mas estou cega
.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Submerso ao acaso.
Virações, transposições e violência.
Caminhos escuros e cheios de tubulações.
Velhas latarias ambulantes
Fios emaranhados e escondidos por entre tijolos vermelhos.
Madeiras constroem trezentos castelos em um metro quadrado.
Cachorros e humanos não se confundem
Por entre cobertores, os invisíveis.
Verdadeiras imagens sobrepostas.
Entre tic tacs do relógio, ironias e sonhos.
Às vezes o tempo congela em determinados pontos na cidade.
Sem o relógio parar.
Por entre as ruas o inconsciente coletivo e o consciente incoletivo.
Um formigueiro em transformação e em ebulição.
Latarias individuais que dividem espaços
Um formigueiro humano
Raciocínio flutuante no Tietê.
Pensamento poluente, canal sem visualização.
Subverso da minha poesia.
Submerso sobre a terra, corre veias de metal e concreto.
Submergindo a cada instante nos calçadões.
Por entre calçadões buracos,
Pessoas desconfiadas que os tampam com concreto de indiferença.

MEU DIA HOJE NÃO ESTÁ PARA POESIA

MEU DIA HOJE NÃO ESTÁ PARA POESIA
COMECEI TROPEÇANDO NUM BURACO NEGRO NA CALÇADA.
PEGUEI UM ÔNIBUS COM UMA CERTA MELANCOLIA,
NÃO CONSEGUIA VER POESIA, NEM NUMA SENHORA COM BENGALA E NEM NUMA CRIANÇA QUE ME SORRIA FEITO BOBA.
ACHO QUE TINHA UMA CARA ENGRAÇADA, FIQUEI MEIO COM SENSO DE PALHAÇA...
A PAISAGEM ME TRANSMITIA A SENSAÇÃO MONOTONA DA SENHORA QUE SENTAVA DO MEU LADO...
SAI DAQUELE ÔNIBUS SEM POESIA...

FESTIVAL MÃO NA MASSA




meu ser imaginário desfilou em meio aos outros tanto imaginários quanto o meu...